A discussão ganhou força na primeira década do novo milênio e, novamente, em 2011 veio à tona. Fala-se aqui sobre a questão do desarmamento no Brasil, uma questão tão polêmica quanto o aborto, por exemplo, mas necessária para uma melhora na segurança pública e privada.
O desarmamento no Brasil atingiu as manchetes pela primeira vez em 2005 com o plebiscito do desarmamento. Embora a maioria opinasse que o comércio deveria continuar, ações para a entrega de armas mostraram boa consciência da população, diminuindo um pouco os índices de violência.Ainda que uma parcela das armas de fogo seja legalizada, isso não anula ou neutraliza as tragédias que muitas vezes decorrem de seu uso. Mas os armamentos não registrados ainda são campeões. E, juntamente, com o tráfico de armas vem graves problemas sociais, como a corrupção, as drogas e a violência.
Acima de tudo, a violência é o grande aliado dos revólveres e pistolas. Quantas vezes foram vistas nos noticiários famílias inteiras destruídas e esfaceladas por um simples acidente com uma arma de fogo que o filho de cinco anos achou na gaveta ou uma brincadeira entre amigos que acabou em morte.
Notoriamente, deve-se acima de um plebiscito, haver a criação de uma lei na constituição que proíba o uso de armas, exceto aos policiais, treinados ainda. Muito poderia ser gasto com saúde e educação, não com armas e mortes.
Por João Pedro Bricce
João Pedro, você escreve muito bem.
ResponderExcluirTenho sentido você muito desanimado. Vamos é momento de ganhar força para os últimos passos do ensini médio.
Sonia