Autores de narrativas, poemas e outros textos

domingo, 26 de fevereiro de 2012

COLETÂNEA: OLHA AÍ, É O MEU GURI


PRODUÇÃO DE TEXTO: MENINOS E MENINAS QUE JÁ TÊM FILHOS

Texto 1:

Pai teen passa dificuldades

Não é nada mole a vida de um adolescente. O que dizer, então, das dificuldades de um pai teen? Além de encarar os sermões dos próprios pais e o olhar de reprovação dos sogros, os garotos sofrem para exercer sua paternidade precoce.
Sem condições financeiras para criar seus pimpolhos, muitos futuros papais acabam confiando seus recém-nascidos aos cuidados dos avós -paternos ou maternos.
"Quando os avós assumem a frente da situação, o pai é jogado para escanteio. Torna-se um coadjuvante na educação do filho", explica a psicanalista Walkíria Helena Grant, professora da psicologia da USP.
"Mesmo que o jovem não tenha dinheiro, deve ter algum tipo de responsabilidade fixa com seu filho. Que sejam três horas por dia brincando ou levando para passear. Além de ajudar a desenvolver a maturidade para encarar novas responsabilidades, isso estreita os vínculos de afeto entre os dois".
Pesquisa da Casa do Adolescente, programa da Secretaria Estadual de Saúde, realizada entre 2003 e 2005, apontou que 40% dos pais de 15 a 20 anos abandonam as parceiras antes do nascimento do bebê.
Segundo a coordenadora do projeto, Albertina Takiuti, uma das principais causas desse abandono é a baixa autoestima das jovens mães. "As meninas grávidas perdem o poder de negociação com os parceiros. Se contentam com o fato de o pai ter registrado o filho", diz.
Se fossem maiores de 18, esses pais fujões teriam sérios problemas com a Justiça. No entanto, a menoridade os impede de acabar na cadeia.
Quem sofre as consequências é a família do pai menor. "Uma vez identificada a paternidade, os avós paternos são obrigados a prover o sustento da criança, até que o pai adolescente se estabilize no mercado de trabalho ou complete 18", afirma Ricardo Cabezon, presidente da Comissão de Direitos da Criança e do Adolescente da OAB-SP.
(Folha de S.Paulo-Folhateen, 06/08/2007)


 

Texto 2:
GRAVIDEZ PRECOCE
Mesmo informadas, adolescentes cometem os mesmos erros há 20 anos

MÁRIO TONOCCHI
da Folha Online, em Campinas 
As adolescentes brasileiras de classe média baixa com gravidez indesejada cometem hoje os mesmos erros das adolescentes que poderiam ser suas mães e que engravidaram no início da década de 80. Dois estudos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), um realizado em 1979 e outro que está sendo concluído agora, mostram que, apesar da maioria das garotas conhecer métodos anticoncepcionais, o índice de gravidez permanece pela falta de prática na utilização desses métodos.


De acordo com levantamento do Ministério da Saúde, o número de partos realizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) registra crescimento desde 1996, ano em que aconteceram 638.087 nascimentos de filhos de adolescentes -22,34% dos partos no país, que chegaram a 2.856.255. Em 1999, o número chegou a 712.915 partos entre adolescentes de 10 a 19 anos.

De acordo com o diretor do Departamento de Tocoginecologia do Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher da Unicamp), João Luiz Pinto e Silva, 55, que coordenou a primeira pesquisa na década de 80 e orienta o pesquisador e obstetra Márcio Belo, que faz a análise em conclusão, o crescimento pela consequente falta de prática no uso de anticoncepcionais aponta para a falta de política de ação governamental, educação e prática de relações familiares.

Além de diretor do departamento da Unicamp, Silva atuou como presidente da Comissão Científica do Programa de Assistência Integral à Saúde do Adolescente da Secretaria de Saúde de São Paulo.

"Minha frustração é não ter conseguido estancar de alguma forma a gravidez na adolescência com as atitudes que foram tomadas ao longo desses anos. Dentro da universidade criamos serviços e tivemos uma pequena redução, mas do ponto de vista do país em geral foi um desastre. Temos que refazer o modelo de educação dos nossos jovens para evitar que esse problema se perpetue", reconhece.

Para o diretor do Departamento de Tocoginecologia, há um aparente avanço nas ações para tentar controlar a gravidez indesejada na adolescência no Brasil. O pânico com a Aids foi um fator determinante para manter a situação paralisada nesses 20 anos.

"Tivemos avanços com intenções diferentes. O avanço da informação do uso do preservativo, do anticoncepcional, não foi realizado no sentido de que havia uma consciência social de que ele precisava ser feito. Existia um pânico com uma doença chamada Aids e que você precisava cercar o grupo de risco", observa o pesquisador.

O equívoco, nesse sentido, observa Silva, ficou no fogo pela educação contra a doença. "A divulgação não se fazia para a prevenção da gravidez entre adolescentes, para orientação para ele exercer sozinho sua sexualidade, mas sim para prevenir o aparecimento de doenças, e esse tipo de coisa não está gerando hoje a atitude de consciência contra a gravidez indesejada", conclui.

"Na verdade o enfoque de informação está incorreto. Você na realidade deveria envolver esse tipo de informação de uma maneira prática e educativa para que gerasse um comportamento diferente. O conhecimento está acessível, mas o comportamento não está se modificando", diz o obstetra, que ataca as campanhas "emergenciais" do estado como a distribuição de preservativos.

"Isso não serve para nada. Dar camisinhas no Carnaval, jogar no show de rock, não serve para nada. Isso não está gerando comportamentos. Parece que está, mas não está. Precisamos mergulhar em um processo que tenha uma outra forma de transferir o conhecimento."

A Folha Online não conseguiu falar com a médica e ginecologista Albertina Duarte, coordenadora do Programa de Saúde do Adolescente da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, para comentar os resultados das pesquisas. Durante uma semana, a reportagem tentou entrar em contato com a médica por telefone, fax e com a ajuda da assessoria de imprensa da secretaria, mas não obteve retorno da coordenadora. 

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/gravidez_precoce.shtml, acesso em 26/02/2012, às 18h04.

 

Texto 3:
GRAVIDEZ PRECOCE
Ingenuidade e 'pensamento mágico' são as principais causas da gravidez indesejada
da Folha Online, em Campinas


O diretor do Departamento de Tocoginecologia do Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher), da Unicamp, João Luiz Pinto e Silva, 55, que coordenou a primeira pesquisa na década de 80 e orienta a que está em andamento, diz que a ingenuidade e o "pensamento mágico" das adolescentes, apesar da informação a respeito dos anticoncepcionais, gera novos casos de gravidez precoce ou indesejada.

Folha Online: Quais são os objetivos dessa nova pesquisa a respeito da gravidez na adolescência?

Pinto e Silva: O objetivo é determinar, na atualidade, entre grávidas adolescentes, mulheres de menos de 20 anos de idade, qual é o conhecimento e quais são as atitudes, as práticas em relação ao uso de anticoncepcionais. A gente parte do princípio de que grande parte dos adolescentes tem gravidez não planejada, indesejada.

Folha Online: Partindo de um senso comum?

Pinto e Silva: Essa é a idéia. Em geral a gravidez na adolescência é uma surpresa, um problema para o desenvolvimento da menina, para a família etc. Uma das expectativas é de que na realidade a adolescente engravida porque ela não conhece anticoncepcionais, não tem acesso, não sabe usar, coisas desse tipo.

Folha Online: O senhor fez uma pesquisa semelhante em 1978?

Pinto e Silva: Naquela época fizemos uma avaliação entre gestantes adolescentes, primigestas, que ficaram grávidas pela primeira vez, e naquela época tínhamos como expectativa que a maior parte delas nunca tinha ouvido falar em anticoncepcionais. Tivemos uma grande surpresa ao constatar que 90% das adolescentes grávidas conheciam pelo menos um anticoncepcional, a pílula.

Além disso elas conheciam outros métodos. Aí você falava assim, bom, mas você não queria ficar grávida? Elas tinham várias respostas: porque não achavam que iam ficar grávidas, porque eram muito novas, porque achavam que não iam ter outra relação sexual, porque tinham medo de usar método anticoncepcional, porque tinham medo de prejudicar a saúde, porque não tinham como adquirir o método ou tinham medo de ser denunciadas. E um grupo de meninas ainda falava que não usava e batia de ombro, como uma espécie de fatalismo ao que podia acontecer pelo fato de não usar o método.

Folha Online: O senhor constatou nesse estudo a necessidade da adolescente querer ter o filho?

Pinto e Silva: Não é fácil constatar isso. Tem relação com a história pessoal da adolescente, o meio onde ela vive, da idade que ela tem e principalmente da expectativa que ela tem da vida dela. De uma certa forma, eu diria, como obstetra, que toda mulher pensa nessa possibilidade, é algo biológico e emocional.

Fazendo uma comparação entre as duas pesquisas, para o que aponta hoje a conclusão?

Pinto e Silva: Naquela época eu imaginava que elas não tivessem informação do uso de anticoncepcionais e de como evitar a gravidez. Elas tinham a informação, mas não tinham a educação transformadora, a atitude.

O que vimos depois de passados muitos anos, é que mesmo depois de abrir-se a discussão da sexualidade humana, com muito mais informação e acesso, com escolas passando a ter programas de educação sexual e com recursos para as pessoas buscarem essas informações, a situação continua a mesma.

Folha Online: Ainda falta a atitude?

Pinto e Silva: As adolescentes ainda não assumiram a atitude que faz a prática ser eficiente. Esse modelo chamamos de CAP (Conhecimento, Atitude e Prática). O indivíduo tem uma informação, que gera uma atitude -a de pôr em prática a informação.

Folha Online: Por que as adolescentes assumem, mas não praticam a informação?

Pinto e Silva: Quando você pergunta por que ela não usa o anticoncepcional, voltam os mesmos tipos de desculpas. Pelos dados preliminares que temos da nova pesquisa, 25% das adolescentes dizem que queriam ficar grávidas. As respostas ainda se repetem: "Eu achava que isso não ia acontecer comigo".

Acredito que isso aconteça pelo próprio desconhecimento da fisiologia ou pelo que chamamos de pensamento mágico da adolescentes. A dimensão temporal, a atitude, não são racionalizadas. Fica uma coisa meio mágica. Isso não vai acontecer comigo. Eu sou muito novinha...

Quando ela fala isso (muito novinha), está dizendo que para ela esse tipo de coisa de ficar grávida numa relação só acontece com mulheres adultas. E ela não se considera como tal.

Essa informação circula desde o início do uso do anticoncepcional e ela não é derrubada. Hoje existe um número fantasticamente grande de usuárias, mas isso não atende a necessidade da quantidade de gravidez indesejada que existe por aí. É o medo de que aquilo faça mal. De qualquer forma, para o adolescente adquirir o anticoncepcional tem ainda um custo emocional...

Folha Online: A proibição da prática sexual...

Pinto e Silva: A adolescente ainda está circulando por uma coisa meio proibida no que refere-se ao sexo. Em geral é algo solitário para o adolescente. Como uma menina vai entrar em uma farmácia e comprar um anticoncepcional?

Folha Online: Há diferenças entre as pesquisas?

Pinto e Silva: Uma das coisas que queríamos saber hoje é sobre a escolaridade. A grande parte das pessoas diz que quando uma menina fica grávida ela sai da escola. O que vimos na pesquisa anterior é que a maioria das meninas que ficaram grávidas tinha saído da escola. Elas já estavam fora da escola quando ficaram grávidas.

Hoje vemos que quando você tem um processo de escolarização amplo consegue melhores resultados. Quanto mais escolaridade mais consciência da utilização dos anticoncepcionais. Quanto mais informação o adolescente tiver, quanto melhor a qualidade da informação, mais condições ela tem de fazer escolhas para não prejudicar sua vida.

Já ouvi muitas vezes que se você ensinar o adolescente a utilizar camisinha, ele vai ter relações sexuais porque você ensinou. Não é verdade. Quanto mais esclarecimento melhores são as escolhas.


Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/gravidez_precoce-entrevista.shtml, acesso em 26/02/2012. Às 18h06.

Texto 4:
COMPORTAMENTO | 05.08.2006 - 11:53hs
Meninos pais
É cada vez maior o número de garotos que têm filhos antes dos 18 anos e, como as meninas, têm sua rotina adolescente virada de ponta-cabeça
Camilo Vannuchi e Celina Côrtes

A linda Isabella veio, o namoro se foi: Enrico, 17 anos, terminou o namoro com Gisella, 17, seis meses depois de Isabella nascer. Ele continua a estudar e ainda não conseguiu emprego.
Aconteceu. Foi um acidente. Em nove meses, um tsunami colocará de pernas para o ar a vida do casal. A notícia explode feito bomba na sala de visitas. As mães choram, os pais lamentam. Em breve a bronca se transforma em acolhimento. Todos os mimos são para a futura mamãe. É a menina quem pede morangos às duas da manhã e alguém sai correndo para buscar. É a menina quem ganha roupinhas e brinquedos. Durante 38 semanas, todos perguntarão se ela está se sentindo bem e a acompanharão aos exames. O futuro papai ficará em segundo plano. Será pressionado, culpado, muitas vezes obrigado a conciliar os estudos com o trabalho ou mesmo abandonar a escola, para garantir o sustento do rebento inesperado. Decisões serão tomadas sem sua opinião e, muitas vezes, nem para os exames pré-natais o jovem será convidado. Ele quer participar da gestação e promete trocar a vida de moleque por um emprego, mas poucos percebem seu esforço. Poderia ter sumido, como muitos rapazes ainda fazem, ou proposto o aborto, mas preferiu encarar de frente o desafio. Passará de filho de família a pai de família sem ter dado um tempo na vida para ser ele mesmo. "Fui homem para fazer, serei homem para assumir", decidiu o paulista Enrico Potenza quando a namorada Gisella saiu do banheiro com o teste de gravidez positivo nas mãos. "Tinha 16 anos e achei que havia acabado com minha vida. Agora saio menos de casa e já dou até banho na Isabella sozinho", conta. Sua filha acabou de completar um ano.

Hoje, nem Enrico nem Gisella trabalham. São os avós que sustentam Isabella. "Não sei o que aconteceria sem a ajuda dos nossos pais. Mas tem hora que os palpites excedem. Se minha filha tem febre, todos querem se intrometer", reclama Enrico. Os namorados não se casaram. Aliás, romperam o namoro alguns meses atrás. O stress provocado pela novidade contribuiu para que as brigas se intensificassem. "Muitas vezes, os pais adolescentes sentem-se menos 'homens' quando não conseguem arrumar trabalho e desempenhar o papel de provedor, o que pode influenciar na separação", diz a psicóloga Mara Pusch, coordenadora do Projeto de Orientação e Pesquisa da Casa do Adolescente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Casar não é tão importante. O fundamental é que a criança conviva com as figuras do pai e da mãe, qualquer que seja a condição civil deles", sugere a especialista.

Enrico faz parte de um universo não contemplado pelas estatísticas oficiais. Enquanto as meninas que engravidam antes dos 19 anos merecem a atenção de ONGs e políticas públicas, os pais adolescentes permanecem invisíveis. "Nem os recenseadores se preocupam em saber se os meninos são pais, embora façam essa pergunta às mulheres com mais de dez anos", reclama Jorge Lyra, coordenador do Instituto Papai (Programa de Apoio ao Pai Jovem e Adolescente), do Recife, uma das raras entidades voltadas para esse público. A estimativa, segundo Lyra, é de que pouco mais da metade das mães adolescentes – algo entre 55% e 60% – carrega bebês concebidos por parceiros com menos de 19 anos. Dessa forma, é possível inferir que cerca de 700 mil adolescentes sejam pais no Brasil – o número de mães ultrapassa 1,2 milhão, segundo o IBGE, o que alcança 15% do total das adolescentes.
Enrico faz parte de um universo não contemplado pelas estatísticas oficiais. Enquanto as meninas que engravidam antes dos 19 anos merecem a atenção de ONGs e políticas públicas, os pais adolescentes permanecem invisíveis. "Nem os recenseadores se preocupam em saber se os meninos são pais, embora façam essa pergunta às mulheres com mais de dez anos", reclama Jorge Lyra, coordenador do Instituto Papai (Programa de Apoio ao Pai Jovem e Adolescente), do Recife, uma das raras entidades voltadas para esse público. A estimativa, segundo Lyra, é de que pouco mais da metade das mães adolescentes – algo entre 55% e 60% – carrega bebês concebidos por parceiros com menos de 19 anos. Dessa forma, é possível inferir que cerca de 700 mil adolescentes sejam pais no Brasil – o número de mães ultrapassa 1,2 milhão, segundo o IBGE, o que alcança 15% do total das adolescentes.
(...)
Mesmo quando a vinda do pequeno é fruto de caso pensado, o impacto da reviravolta não é pequeno. Apaixonado pela baiana Taciara Ribeiro, o carioca Alexandro Proença botou na cabeça que queria ser pai. Os dois sabiam que precisavam usar pílula ou camisinha, mas deixaram a coisa rolar. Alex ficou feliz quando Taciara contou que estava grávida de dois meses. Parecia não ter se dado conta de que tinha apenas 16 anos, estava desempregado e nem chegara a completar o primeiro grau. "Fazer o quê?", diz, misturando a alegria de carregar no colo Iago, um ano, com a constatação: "A trabalheira é que deu um susto na gente." O casal vive com a irmã mais velha de Taciara. O jovem papai vive de bicos, mas não se arrepende: "Estou muito feliz." Pela ordem natural da vida, filhos são para a vida inteira. Diante do desafio, a felicidade de Alexandro é, pelo menos, um bom começo.
Disponível em: http://www.achanoticias.com.br/noticia.kmf?noticia=5032766, acesso em 26/02/2012, às 18h12.

56 comentários:

  1. Eu achei muito interessante esses 4 textos , todos eles tem uma ligação, que aborda o tema,"Gravidez", o 1° texto, ele fala mais sobre o que acontece com a gravidez na adolescência, com quem fica a responsabilidade, como os jovens ficam, a relação dos pais.O 2° texto já fala que mesmo sendo informadas ainda ocorre uma alta taxa de gravidez na adolescência, não pela falta de conhecimento mas sim pelo comportamento.
    O 3° texto, é como se fosse uma entrevista , que João Luiz Pinto e Silva, comparando uma pesquisa que fizeram da gravidez na adolescência de 1987 e de atualmente, ele fala as conclusões que leva uma adolescente a engravidar, o por que que as jovens não usavam o método contraceptivo.
    O 4° texto mostra que aumenta a quantidade de garotos menores de 18 anos que tem filhos, e a vida depois disso das meninas, baseando em duas historias , a do Camilo Vannuchi e Celina Côrtes, e Alex e Taciara.

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    1. É isso aí, Gi. Você sintetizou a essência dos quatro textos. Valeu!

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  2. Interessante os 4 textos, todos eles falam sobre gravidez na adolescência, 1° texto fala sobre o que ocorre com a gravidez e com quem fica a responsabilidade, e como esses adolescêntes fica.O 2° texto fala que mesmo eles sendo informados,acontece gravidez na adolescência.
    O 3° texto, parece mais uma entrevista de João Luiz Pinto e Silva, ocorrendo gravidez na adolescência desde de 1987 e fala também o que leva uma adolescente engravidar, e por que eles não usam contraceptivo.


    Karen Leda

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Muito interessante os 4 textos que abordam um assunto muito polemico e comentado entre jovens e adultos, mas a grande enfase nesse tema é a questão da Gravidez na Adolescência, o que esta acontecendo com que esse numero aumente mais ou diminui é a questão da responsabilidade de cada jovem, porque toda assistência necessária eles tem e muito. Mas a unica coisa que falta é a maneira de que isso é passado para o jovem hoje em dia, distribuir preservativos em Carnavais, Shows etc, não vai adiantar nada ao contrario na minha visão isso acaba incentivando o jovem a cometer esses cada vez mais.
    Lucas da S. Batista

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  5. Muito bom os textos , abordam bem o que vem acontecendo atualmente e que muitos vem como polêmica.

    Laura Rosado 2ºC

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  6. A leitura dos quatro textos é muito importante, porque eles servem de alerta aos adolescentes para o fato de se cuidarem e não obter uma gravidez indesejada. Afinal, colocar um filho no mundo exige uma série de responsabilidades e para isso é necessário ter muita maturidade, o que na adolescência não é muito comum.

    Gabriel Filenga Manzutti, 1ºB.

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  7. Ambos os textos estão muito bem escritos.
    1ºPassa informaçoes de como aumenta a responsabilidade de ser pai na adolescencia sem preparo e com quem mutias vezes acaba ficando a responsabilidade
    2ºO fala como normalmente a gravidez vem na adolescencia e que muitas vezes nao é porque nao tem conhecimento mais sim pelo jeito que se comporta.
    3ºAparenta ser uma entrevista onde o autor faz comparaçoes desde 1987 ate hoje e tenta explicar o porque grande parte dos adolescentes nao usam o metodos de precausao.
    4ºO autor faz como uma comparaçao sobre duas historias de pessoas diferentes e comenta que cada vez mais aumenta o Nº de adolescentes de 18 anos sendo pais.

    Andréia Lamonica

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  8. Todos os textos,abordam um tema bem interessante,eles são bem elaborados.
    Esse tema é um tema bem conhecido.
    Acho que todo mundo tem que ter uma noção sobre os "riscos" da gravidez precoçe,falta um pouco mais sobre os pais serem mais claros quanto a esse assunto,para que pra frente seus filhos não "sofram" com isso.
    Beijoss...
    Giseli de Souza Batista 1ºA

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  9. Achei muito bom o texto. Ele por ser bem direto indica todas as confusões e nos traz todos os perigos da gravidez precoce.
    Acho que todos nós deviamos pelo menos entender o que isso pode ocasionar, por que na hora da diversão tudo é bom, mas daqui um tempo queria ver a reação das pessoas envolvidas.


    Renato Gabia

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  10. Esses 4 texto fala muito da realidade de hoje...os adolescente mal sai da juventude e ja viram pais!
    Os texto é otimos...e hoje em dia ,muitos jovens passam por isso,precisam ter mais cuidados.
    beijoss

    Thais Araujo 1ªA

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  11. achei muito interesante os 4 texto que falam sobre a "gavidez"isso nos informa a tomar cuidado e mostras quantas meninas e meninos q nao dezejam a gravidez e por causa de um simples vacilo acabam com o resto da sua adolecencia...axei muito interesante
    No 3*texto o altor faz comparação entre1987 ate hoje...

    e o texto q me intereso mais foi o primeiro onde fala q os meninos q ingravida as meninas nao se responsabeliza com a suas consequencias...e deixam a menina no momento onde ella mais precisava...

    geiza rodrigues 1°D

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  12. As informações abordadas nos quatro textos,nos mostram vários fatos, embora todos voltados para os mesmos problemas: reviravoltas, pais, filhos, acontecimentos, gravidez precoce, métodos contraceptivos,interferências familiares,namoros, imaturidades, ou seja, a “fase dos adolescentes”.
    Mas como todos conhecem, a realidade desses problemas para os jovens, não deixa a desejar: nem sempre o resultado dá “negativo”, a maioria das vezes a conseqüência de uma noite sem preservativo é positiva, e aí o problema não é só de uma gravidez precoce, e sim de um marco para os pais que com o passar dos tempos acabam se sentindo envergonhados e culpados por acharem que faltaram com tais orientações ou recomendações.
    Todo esse enredo, tem como abordagem o preconceito para com os preservativos cujo não utilizados, resultam em uma gravidez precoce que acaba se agravando obviamente em algumas situações: condições financeiras, famílias estruturadas , o “querer” ou não de ser mãe ou pai assumindo os filhos,porém as pesquisas realizadas, revelam no dia a dia, a ausência de tais situações.
    A verdade, todos conhecem, só não a encaram. O caminho para se evitar tamanhos problemas, não é segredo pra ninguém, entretanto todos sabem pra que serve por exemplo os preservativos,mas mesmo assim não utilizam.De uma forma direta, os textos informam que só engravida quem quer,porém quem não quer uma gravidez precoce,indesejada nem doenças, utilizará os métodos contraceptivos.

    Luana dos Santos Rosa 1ºA

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  13. Este comentário foi removido pelo autor.

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  14. Os textos são bons, bem escrito.
    A gravidez na adolescência é um grande problema...
    o adolescente nao tem estrutura para suportar uma gravidez, um filho, os problemas, as responsabilidades...
    ter filho é coisa séria.

    ERICA INÁCIO 1 ºA

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  15. eh regatza ma que belo textone

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  16. Pra ter muito mais menina mãe que menino pai, ou alguém tá engravidando várias, ou a pedofilia tá rolando solta. Tem que ver isso aí!

    Trento, 2º B

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  17. Os 4 textos abordam o mesmo assunto, a gravidez na adolescência. Mas, cada um aborda de um jeito sobre o assunto.
    O primeiro fala sobre as dificuldades que um menino passa para virar pai logo cedo. Que não conseguem realizar seu papel e passa o cargo para os avôs. E até mesmo se fazem de invisíveis no papel de pai.
    O segundo aborda que mesmo com informações sobre o assunto, cometem o erro. Que com mesmo tendo informações e disponibilidade , se acham confiantes que não ira acontecer com ela mesmo, ou tem a intenção de engravidar.
    O terceiro é uma entrevista que mostra que esses casos são gerados, uma grande parte, pelo ''pensamento mágico'' que são a maioria dos casos.
    E por fim, o quarto relata sobre um adolescente que assumiu o papel de pai, mesmo passando por dificuldades. Outro adolescente também, que queria realmente ser pai, mesmo não sabendo da dificuldades que iria passar.
    Todos com uma mesma ideia e objetivo, só o modo de chegar a ideia ao leitor que muda.

    Ana Caroline de Matos - 2º

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  18. Bom, os 4 textos foram bem escritos, sim com os mesmo assuntos, mais em casa um explicado ou detalhado de uma forma ... Colando em si, que a Gravidez na Adolecência aumenta a cada dia que passa !!!


    Giovanna Bonatelli, 2ºC

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  19. Os 4 textos ambos dizem sobre a GRAVIDEZ, seja pai que antes do 18 ja tem q assumi responsabilidade, há quem diga que esses jovens nao obtem informações necessárias. Ja digo que é falta de noção! Só que cada ATO obtem uma CONSEQUÊNCIA,! Adorei os textos!!
    KARINE DALBERTO 2ºC (:

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  20. Todos os textos foram muito interessantes, mas os que relatam sobre os pais adolescentes chamaram mais a minha atenção. Não me lembro de ter pensado sobre a vida desses garotos, como a paternidade influenciou seus estudos e vida pessoal, eles realmente são postos em segundo plano.
    Claro que as mães adolescentes precisam de muita atenção e cuidados, pois passarão por mudanças físicas e psicológicas, mas os pais também precisam de apoio para passar por esta difícil situação.

    Letícia Canal 1ºC

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  21. Este comentário foi removido pelo autor.

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  22. Os textos, não mentem,claro, mas as vezes mascaram de mais a realidade, hoje, não podemos dizer que ingenuidade e pensamentos "magicos" é motivo de uma gravidez,muito menos em nosso pais, onde as meninas desde novas são alertadas, e samem os riscos de uma gravidez precoce....

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  23. Os quatro textos abordam um tema muito discutido ultimamente, por entidades, escolas e também por pessoas que presenciam o fato pelos lugares onde passam, a tal "Gravidez Precoce". É um assunto bem polemico e que deixa muitas pessoas em dúvida e querendo respostas para as estatísticas que cada vez mais comprovam o aumento de meninas com menos de 20 anos que engravidam. Tal assunto este abordado no 2º e 3º texto, que questiona e levanta dados de que mesmo com tantas informações e facilidades nos métodos contraceptivos, ainda existem tantos casos desse fato. É certo que existem aqueles que realmente se preocupam e tentam se inteirar do assunto para evitar consequências futuras, mais ainda não é o suficiente. O esperado é que uma grande parte, ou a maioria se conscientizem de que o assunto não é tão simples assim, e de que eles, podem sim serem as próximas "vítimas", caso não se prevenirem corretamente.
    Os quatro textos apresentam o mesmo tema de ligação, mais os que mais me chamaram a atenção foram o 1º e o 4º, pois questionam um assunto não muito discutido, ou até mesmo esquecido pela maioria das pessoas e entidades de apoio, em que os pais, também jovens demais, ficam invisíveis diante os olhos de muitos.
    Na questão 'Gravidez precoce', ambas as partes (pai e mãe) precisam do apoio e da ajuda necessária para poderem lidar com tal situação, da mesma forma com que aqueles que ainda não se tornaram nem pai e nem mãe precocemente, também precisam de toda a informação necessária e orientação de cuidados e prevenção, para não ter que saber como lidar com a situação e não serem os próximos.


    Jéssica Gonçalves , 2º B :)

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  24. Os 4 textos fala do mesmo assunto sendo que cada texto explica e passa uma coisa nova para os leitores e chamando a atenção principalmente dos Jovens com a "GRAVIDEZ PRECOCE".


    Ariane Bozza. 2ºC

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  25. Felipe Baratela Alves5 de março de 2012 às 18:26

    Os textos falam sobre a gravidez na adolecência , esse é um dos, dos vários temas, q se comemtam em jornais e em programas de TV.
    è importante os pais falarem com os filhos sobre esse assunto , se os pais não falarem quem irá falar ?.
    A única coisa de diferente nos textos é que , nos 3 primeiros texto ele fala de pesquisas e numeros das gravidez precoce , e no ultimo ele pega um exemplo vivo desse acontecimento.

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  26. Eugenio Angelo Trento Filho5 de março de 2012 às 22:17

    Tudo mundo pensa que ter um filho é a coisa mais legal, interessante, mas tudo tem a sua hora, um casal de adolescente perdem sua vida, e o bebe que não tem nada a haver com a gravidez precoce é o que sai mais prejudica, pois cresce sem o apoio dos pais, e ai o que acontece, esse bebe pois começar a usar drogas, etc.
    Porque não houve os conselhos dos pais.

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  27. os textos falam de gravidez na adolescência , cada texto tem sua características, cada um se especifica em alguma coisa, mais não deixa de abordar o tema de Gravidez na adolescência .

    Pamella Thais, 2°C

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  28. os 4 textos são muito interessantes, nos fala sobre a gravidez na adolecencia, hj tem muitos adolecentes tendo relações sexuais muito novos e o pior sem preservativos.
    A gravidez precoce pode estar relacionada com diferentes fatores, desde estrutura familiar, formação psicológica e baixa autoestima. Com a gravidez principalmente as mulheres, perdem os estudos os bailes, a diversão "tocam os livros pelas mamadeiras", e o pior o corpo das meninas ainda estão em formação,
    e muitas vezes utilizam uma forma inadequada q é o aborto q também é proibido no Brasil e em outros paises do mundo. Aos passar dos anos nos hospitais públicos o número de adolecentes tendo os filhos estão aumentando muito, eu acho que se tem os modos de previnir a gravidez na adolecencia são para serem usados para não tirar a vida de um bebe com o aborto.
    Muitas vezes quem fica na "pior" são as meninas, pois tem garotos que não assumem os filhos ou em outros casos as meninas nem sabem quem é o pai da criança.

    Larissa Alessandra de Moraes 1ºB

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  29. Os textos fala sobre gravidez na adolecencia que em muitos caso quando engravida voce perde "sua vida" praticamente porque voce tem que cuida da criança e nao pode sai com os amigos,em muitos casos tambem ocorre o aborto ou a menina as vezes nem sabe quem e o pai da criança.

    Gabriela Michelassi 1°B

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  30. Os quatro textos abordam de uma maneira bem explicada o polemico assunto “Gravidez na Adolescência”.
    O 1° texto explica sobre a dificuldade do pai adolescente em conseguir cuidar do herdeiro.
    Ele enfrenta diferentes dificuldades depois que descobre que a namorada espera um filho.
    Já o 2° texto informa que mesmo as adolescentes conhecendo os métodos contraceptivos, cometem os mesmos erros há 20 anos.
    O texto três é uma entrevista com João Luiz Pinto e Silva, que comenta que as adolescentes que engravidam sem desejar são ingênuas e conhecem os métodos contraceptivos.
    E para terminar o 4° texto mostra uma história real de um casal de adolescentes que tiveram as vidas mudadas depois que o bebe nasceu.
    Os quatro textos mostram de diferentes maneiras as conseqüências enfrentadas pelas adolescentes e pelos adolescentes que assumem as responsabilidades de cuidar de um filho.

    Karina Rodrigues 1°C

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  31. BOM OS 4 TEXTO ABORDAM SOBRE UM PROBLEMA NA ADOLECENCIA QUANDO ISSO MOSTRA DIFERENTES MANEIRAS NA ADOLESCENCIA QUANDO SAO JOVEM E PEQUENOS.

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  32. BOM OS 4 TEXTO ABORDAM SOBRE UM PROBLEMA NA ADOLECENCIA QUANDO ISSO MOSTRA DIFERENTES MANEIRAS NA ADOLESCENCIA QUANDO SAO JOVEM E PEQUENOS.

    WANDER ALVES 1C.

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  33. Acho que a gravidez em qualquer fase da vida e um assunto muito sério. Principalmente na adolescência que é sabida mente uma fase muito complicada onde os jovens estão naquele momento de indecisão ou seja: A fase do famoso "ser ou não ser"
    Por isso acho que não é um bom momento nem para se pensar
    em gravidez. Deixe esse assunto para depois dos 25 anos. Esta fase da vida passa pidamente e é mais de curtição mesmo sem grandes responsabilidades principalmente a da maternidade.
    Os textos retratam sobre:Há varios anos que os adolescentes cometem os mesmos erros;também mostra uma experiencia de vida; entre outros
    Giovana Dias-1°D

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  34. Pra mim a gravidez na juventude é um assunto muito serio ,pois os jovens perdem a vida porque tem que parar de estudar,e tudo isso .A gravidez tem que começar a pensar la pra uns 27 anos, porque se não a pessoa acaba com a vida.Os textos falam sobre que os jovens estao sempre cometendo os mesmos erros.
    Larissa Ocon 1°D

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  35. Achei esse texto muito interessante,pois trata-se de assunto muito importante na vida de um adolecente , a GRAVIDEZ inesperada .
    acontecem sempre isso , e cada vez mais esta aumentando essa porcentagem de adolecente com gravidez precoce , acho que a pessoa sabe da consequencia e deve sim, se previnir .
    tambem acho que tem um certo tempo para ser mae e pai , já que aconteceu, a consequencia está por vir. Assumir é o minimo que um pai adolecente deve fazer !
    espero que essa a gravidez na adolecencia diminua , pois temos muitos metodos para previnir a GRAVIDEZ.
    Isabela Foloni 1ºD

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  36. Achei muito bom os textos, ele nos traz todos os perigos da gravidez precoce para alertar o adolescente.
    Afinal colocar um filho no mundo exige responsabilidade e para isso é preciso ter muita maturidade, o que na adolescência não é muito comum.
    João Paulo Botura 1°B

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  37. Os textos falam a respeito da graviz precoce.A gravidez na adolescência é uma realidade presente no Brasil há décadas.Porém o que pode ser notado é que o maior problema não é a falta de informação. Na verdade a informação sobre os métodos anticoncepcionais existe e chega até os adolescentes, o problema é que não há mudança no comportamento. Não há a prática, na utilização desses métodos.

    Gabriela Lopes 2ºB

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  38. Os textos se tratam da gravidez na adolecência que é uma coisa muito importante que deve ser conversada entre mães e filhos, porque é uma coisa que pode acontecer com quem não tomar cuidado, mais quem tem que pensar nisso, é principalmente os filhos, um filho não pode ser criado sem cuidado, responsabilidade e maturidade e todos tem que se conscientizar e se cuidar.

    Gabriel Scarre Budin 1°C

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  39. Achei os textos, que retratam sobre a gravidez na adolescência, que é um problema muitas vezes causado por ingenuidade ou por as garotas não se cuidarem com os muitos métodos de prevenção, muito interessantes. Através deles descobri coisas que não sabia como por exemplo o fato de os avós paternos do bebê terem de cuidar do mesmo até que o pai deste se estabilize no mercado de trabalho ou complete 18 anos. Concordo com o texto dois que diz que é necessário adiquirir um processo diferente para transferir conhecimento.

    Aline Mayara 1ºB

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  40. Gostei bastante, pois ele fala de asssuntos muito polêmico e que hoje em dia é facíl de ver, pois as pessoas mesmo vendo em tv,internet,revistas,jornais e entre outros os modos de prevensão não se cuidam, então isso não é falta de conhecimento,publicações, e sim inresponsábilidade ;x

    By: Patimia 1ºb *-*

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  41. Os 4 textos abordam um tema que vem sendo discutido a muito tempo, a Gravidez na Adolescência.Isso é uma coisa que, na minha opinião, não é causado por falta de aviso,pois meios de se prevenir existem vários.Os textos estão falando que as garotas sabem deses meios de prevenção,porem muitas vezes elas ficam com um pouco de receio de usar algum tipo de contraceptivos,pois tem vergonha de chegar e comprar em uma farmácia.
    E o bom é que nesse ultimo texto mostra o lado do pai na historia,o que é muito difícil de ser visto, pois normalmente somente a mãe recebe atenção.O pai também tem um papel importante na historia e deve ser observado, ele merece um pouco de atenção.

    Fernando Scudilio 2ºB

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  42. Achei, bem interessante os textos, e realmente a gravidez na adolescência aumenta cada dia que passa. Algumas meninas, engravida porque querem, outras acontecem, porque, não se preveniram, não usaram camisinhas ou anticoncepcionais, ou porque acharam que isso não ia acontecer com elas, por serem novas ou por falta de informação. Gravidez precoce, as vezes atrapalha vida da garota, a maioria abandona a escola, e não tem emprego para sustentar o filho e tem que ser sustentado pelos pais ou as vezes o garoto não quer assumir e abandona a criança, então ela vai ter que cuidar sozinha da criança.

    Thalia Dalla Pria 1ºD

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  43. Um tema muito bom para ser abordado. Por ser um problema muito enfrentado por diversos jovens brasileiros.
    Talvez, ainda falta conhecimento sobre métodos anticoncepcionais, como vimos na entrevista do texto 3.
    Por isso, sou a favor de alguns professores debaterem esse tema polemico em sala de aula, ajuda a muitos adolescentes tirarem duvidas a respeito, podendo assim diminuir muitos casos de gravidez na adolescência. Querendo ou não, uma gravidez de um casal que possui apenas 15, 16 ou 17 anos de idade, atrapalha e muito. Sem contar que a maioria dos casais não possuem condições financeiras para cuidar de uma criança.
    Muito bom todos os textos, tema excelente!

    Letícia Forcin, 2ºB.

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  44. 1° texto: Uma realidade, que infelizmente desde muitos anos atrás até hoje vem acontecendo. Pais mais jovens abandonando suas futuras ‘’esposas’’ talvez pela insegurança, o medo dessa repentina responsabilidade.
    2° texto: Nada mudou em questão de se preservar, porém, acho um equívoco dizer que quem está falhando são os professores, campanhas, conscientização etc. Na verdade esse seria um tipo de educação vinda de casa, ter a consciência do que será melhor.
    3º texto: Mesmo com informações, tendo a consciência de pelo menos algo sobre preservação as adolescentes continuam cometendo sempre o mesmo erro durante anos. E ele diz a realidade, está na forma como pensam: ‘’Isso não vai acontecer comigo. ’’. Afinal, não tem maturidade possível, é uma criança dentro de outra.
    4° texto: Se pelo menos todos os pais tivessem essa atitude de assumir, seria bom, pois na maioria dos casos não é isso que acontece, pelo simples fato de ficar sempre em segundo caso, que gera brigas etc.


    Ester R. de Camargo - 2ºB

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  45. Foi muito bom ter esses quatro textos para concientizar e também para deixar muito claro aos adolecentes que uma gravidez precoce exige muita responsabilidade, principalmente dos pais.
    Porém acredito que isso não seja o desjo de possuir um filho, mas sim um desejo que os jovens procuram...Mas não é atoa que existem os preservativos !

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  46. Todos os textos tem como pricipal objetivo informar sobre os riscos de uma garvidez precoce e quanta responsabilidade essa gravidez exige dos jovens, que ainda não estão maduros o suficiente pera encarar as consequencias de um ato sem pensar.
    Bianca 1ºC

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  47. A gravidez e paternidade precoce vem sido um grande problema na vida dos adolescentes, afinal, a maioria deles ainda não têm a responsabilidade e a capacidade suficiente para cuidar de um recém-nascido. Além do mais, também pode ocorrer a transmissão de doenças sexuais de um parceiro para o outro.

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  48. A gravidez e paternidade precoce vem sido um grande problema na vida dos adolescentes, afinal, a maioria deles ainda não têm a responsabilidade e a capacidade suficiente para cuidar de um recém-nascido. Além do mais, também pode ocorrer a transmissão de doenças sexuais de um parceiro para o outro.

    Monise Slompo, 1ºB. (Havia esquecido de por o nome do comentário anterior)

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  49. os textos tem como objetivo tratar a gravidez precoce que e uma das coisas que mais tem acontecido ultimamente no dia-a- dia de muitos adolescentes e os texto também mostra a responsabilidades que esses jovem tem que ter com essas crianças

    Daniel Munhoz 1ºC

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  50. Os textos tem como objetivo de nos informar sobre a gravidez precoce, que é uns dos principais assuntos hoje em dia, pois muitos jovens está enfrentando a gravidez precoce e os jovens tem que ter muita maturidade e responsabilidade para cuidar de seus filhos.

    Eliane Dias 1°B

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  51. Os 4 textos são bem interessantes. O assunto dos 4 é a gravidez na adolescência, suas consequências, toda a responsabilidade que tem e quanta maturidade deve ter. A gravidez precoce aumenta a cada dia mais.
    Bruna Rezende 1ºB

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  52. Os 4 textos trás bastante informações sobre a gravidez precoce... É um assunto muito falado nesses últimos anos, os textos nos informa as consequências que a gravidez na adolescência trás..
    E que mesmo informadas, as adolescentes cometem o mesmo erro.

    Gabriela de Carvalho 1ºB

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  53. Talvez, por um instante quando estamos sozinhos juntos com a pessoa de que gostamos ou sentimos atração, acabamos fazendo algo que torna a nossa vida mais difícil principalmente na adolescência a temida GRAVIDES PRECOCE.
    Ache muito interessantes esses testo porque eles trazem muitas informações e testemunhos de pessoas que tiveram a gravides na adolescência, não só trás a vida pôs parto das adolescentes como também trás a vida do "jovens pais" de primeira viagem, falando que para eles também a perda e dificuldades. Pelo motivo dos adolescentes não terem ainda sua vida profissional, muitos avós ajudam no sustento material. Alguns acabam perdendo a linha entre pai e avôs e falam o que fazer e não fazer.
    Esse tipo de conscientização entre jovens estudantes tem seu papel muito bem aceito entre os jovens, porque?
    Por que NA VERDADE, NINGUÉM QUER SER PAI NA ADOLESCÊNCIA, mas se acontecer não se esqueça filho na e praga, e sim uma bênção

    José Gabriel F neto

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  54. Acho muito interessante esse tipo de trabalho de concientização com jovens que estão começando sua vida amorosa, porque devemos ter muito responsabilidade para não cometer algo que venha a nos arrenpeder

    Giovani Alex Carlim 1b

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